Sobre o medo da liberdade

Observando algumas defesas políticas nas Redes Sociais percebo que fator que mais afronta e amedronta algumas pessoas é a efetividade do direito à liberdade.

Liberdade de expressar a sua orientação sexual, liberdade de equiparação no que tange a ascensão econômica.

Liberdade de imprensa, liberdade de fazer uso do seu próprio corpo, liberdade de criar, de fazer a sua própria arte e propagar a cultura local.

Liberdade de gritar a indiferença, liberdade de cantar justiça social. Liberdade de amar, de ter relações de paz, relações internacionais de mesmo patamar. Liberdade.

Como bem afirmaram em 1989 os carnavalescos Niltinho Tristeza, Preto Joia, Jurandir e Vicentinho: “Liberdade, liberdade, abra as asas sobre nós. Que a voz da igualdade seja sempre a nossa voz”, eu quero é mais, mais Liberdade!

A liberdade afronta quem busca a estabilidade, porque a liberdade não tem limites. A liberdade é incontrolável.

A liberdade é a essência da mudança, do desenvolvimento, do caos criativo e criador.
Se nada é estagnado e se a criação é o próprio arquétipo do universo, do divino, do Deus há tempos ovacionado, reprimi-la é emburrecer.

É somatizar dor, amargura, inveja, raiva, ódio. É enxergar e não ver. É respirar sem estar vivo. Como diria Padre Antonio Vieira é ser pó caído e mais nada.

Texto: Yve de Oliveira

Imagem: Divulgação

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