Barras de Access transformam? Entrevista com Adri Alves

Diante dos novos desafios cotidianos muitos de nós adquirimos o hábito de buscar paliativos para a ansiedade, angústias e vazios existenciais.

Café, cigarro e outras drogas, ansiolíticos, comida, sexo, muitos são os caminhos para quem não presenciou a potência de sua própria essência infinita.

Em contrapartida,  novas terapias, referendadas pela física quântica vem transformando significativamente a realidade e a saúde mental de pessoas no Brasil e no Mundo.

A exemplo, temos as Barras de Access, uma ferramenta quântica canalizada pelo norte-americano Gary Douglas para a cura e eliminação de crenças limitantes.

Segundo a sua literatura e pesquisas, há em todos os seres humanos 32 pontos em torno da cabeça, que tocados suavemente, provocam uma corrente eletromagnética capaz de alterar os condicionamentos negativos em diferentes dimensões espirituais, energéticas em qualquer área da vida.

Para aprofundar a temática, nesta semana, o Lugar de Fala conversou com Adriana Alves. A Empreendedora, Designer, Consultora de e-business, Terapeuta, Practicioner e Facilitadora de Barras de Access Consciousness destrinchou magistralmente como se dão os impactos positivos da aplicação dessa terapia quântica e energética.

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Yve de Oliveira – Adriana, o que fez com que você se aproximasse da física quântica e da Access Consciousness®?

Adriana Alves – Trabalhei em várias áreas. Comecei novinha e com 17 anos já cuidava de assuntos burocráticos e administrativos numa fábrica de tênis. Foi uma sorte ter encontrado logo jovem um espaço para aprender tanto, e com incentivo. Depois, fui para a área de informática, fiquei uns 5 anos e aos poucos fui para a área de marketing.

Com o tempo e a observação percebi que toda a minha energia e força sempre vieram da energia e tempo que eu sempre dediquei ao Autoconhecimento, e estes assuntos surgiam nos negócios, já que acima de qualquer empresa existem as pessoas e uma liderança.

Há mais de 15 anos trabalho dando consultoria para empreendedores já deparei com líderes desmotivados, desenergizados, confusos e alguns até mesmo em estado depressivo. E quando percebi, lá estava eu dando dicas, falando do ‘segredo’ da minha produtividade, criatividade e desejo de ser sempre uma contribuição.

O Access Consciousness apareceu na minha vida em 2016, quando conheci o Paulo Castilho. Comecei nessa egrégora quando ele se tornou um cliente da minha empresa.

YO – Em meio a tantas notícias negativas nos meios de comunicação de massa em relação às crises políticas e econômicas, como podemos acreditar ser possíveis a realização dos nossos objetivos e sonhos?

AA –  Eu diria que o primeiro passo é se ausentar deste negativismo que as notícias/mídias criam, para além do que relatam. Sugiro que olhemos de cima, sem envolvimento emocional e buscando uma compreensão mais fria, sem julgamentos – cientes de que o que assistimos ou lemos na mídia é só uma fração pequena do que efetivamente está se construindo. Se todos olhassem desta forma, teríamos menos programações mentais, menos implantes e assim criaríamos, a partir do que sabemos, a nossa própria experiência.

Ouvir um candidato a presidente – nos dias de hoje – prometer melhores lanches na escola para motivar a frequência de alunos dá muita vergonha, mas é o que temos – considerando o contexto. No ‘meu mundo’ as pessoas estão prósperas, observando e criando cada vez menos sob as demandas e agendas dos ‘poderes’ institucionalizados. Elas estão olhando para os que têm de recursos e sabedoria e seguem confiantes no poder de escolher como querem viver. Vivem a partir de suas iniciativas e assim criam a vida que desejam.

YO – Gary Douglas, fundador do Access Consciousness®, afirma que a aplicação das Barras de Access pode eliminar crenças limitantes, corroborar na cura de doenças físicas e emocionais. Você pode explicar como esses processos podem se dar?

AA – É o que começo a facilitar de sabedoria para cada um nas aulas. Uma aula de Barras de Access é uma experiência de expansão da consciência! Crenças, ideias fixas, a forma de falar, andar, SABER sobre tudo ao nosso redor são programações.

A gente nasce e recebe um computador incrível. Todo o nosso ser com um sistema operacional maravilhoso (a nossa mente), e, então, começamos a instalar os aplicativos: aplicativo do trabalho, do dinheiro, do amor, dos sentimentos, do relacionamento, da saúde, da autoconsideração, autoestima e por aí vai.

Normalmente, estes aplicativos são herdados do meio, da família, das pessoas ao nosso redor (na escola, vizinhança, etc.). A gente segue observando e ‘copiando’ ou sendo influenciados pelos modelos ao nosso redor. Assim, vamos criando o nosso modo de funcionar. Todas as crenças, programas instalados, são limitantes, independentemente de serem boas ou más, certas ou erradas.

A partir do momento em que você tem um conjunto de crenças como aplicativos gerenciando todas as outras possibilidades mais coerentes com o seu ser, (o seu computador, digamos assim), não existem. O que as Barras de Access fazem é desinstalar esses aplicativos (implantes).

E você não perde o seu conhecimento além dos traumas, dramas e implantes inconscientes. Você recebe, neste vazio, a oportunidade de criar como a realidade vai se manifestar, partindo da capacidade do seu ser, do seu saber e muito além: a partir da escolha e não mais da escolha dos outros e de aplicativos que não te pertencem. Esse processo reverbera de maneira quântica em todo o nosso ser.  Por isso, tantas curas, tanto empoderamento.

Aos poucos, passamos a funcionar, a partir de um plano maior do que sequer poderíamos imaginar, porque vamos acessando um nível de consciência muito além do ego (este ser todo programado).

YO – Você é facilitadora das Barras de Access, também já participou de outras formações com  Gary Douglas e Amit Goswami. Como você observa a aceitação das pessoas em relação aos conhecimentos e terapias relacionadas à física quântica? O que impede algumas pessoas de aceitar esse conhecimento como uma possibilidade?

AA – Hoje em dia ainda há muita confusão. Tem gente misturando física quântica com autoajuda e ao mesmo tempo, usando técnicas de PNL e hipnose para vender cursos motivacionais. Enfim, percebo que quando associaram autoconhecimento, autoajuda com motivação e outros temas no pejorativo algumas pessoas criaram um certo asco. Tenho notado que as pessoas estão se interessando por esses temas relacionados à expansão de consciência, porque no fundo elas sabem do que se trata.

A nossa missão, quando nos tornamos facilitadores destes processos é sermos referência. Eu sempre digo: somos o convite.

YO – O que mudou na sua vida antes do conhecimento da quântica e das Barras de Access? O que você já conquistou a partir do exercício dessas teorias?

AA – Sem conhecimento (que fazem os upgrades no sistema operacional – a mente) o nosso computador (nosso ser inteiro) não pode rodar aplicativos mais funcionais do que os recebidos automaticamente. Estudar estes temas quânticos, a prática das Barras de Access e de outros processos corporais e verbais da Access Consciousness transformam o meu ser – efetivamente.

O que eu já conquistei? Posso resumir assim: conquistei leveza, uma expressão e um sorriso que saem da alma (esse fragmento do universo).

YO – Qual a mensagem que você gostaria de deixar para as pessoas que se sentem desesperançadas  ou sem perspectiva em relação à vida? Existe mágica, milagre ou um caminho de possibilidades para todos?

AA – É justamente neste ponto de desesperança, de desânimo que a Vida se torna um convite para a transformação.

Para saber mais sobre o Access Conciousness e a agenda de atividade de Adri Alves acesse:

https://www.facebook.com/adrialves.com.br

http://www.adrialves.com.br

https://www.accessconsciousness.com/adrialves

Reportagem: Yve de Oliveira

Imagens: Acervo Adri Alves/Facebook

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