Não me Enquadro

Não tenho mais uma turma.

Não me enquadro.

Surfei durante anos na coordenação de mocidades no espiritismo, no teatro independente, na educação de línguas estrangeiras, palestras, na gestão de contratos, facilitação de grupos e cursos de gestão de mudanças.

Também no serviço público, na educação formal, no jornalismo cultural, na assessoria de imprensa, no teatro musical, no Clown, na política.

Ingressei nas redes sociais, YouTube, na inovação, no estudo da numerologia, astrologia, tarô, na fotografia, ufologia, direitos humanos, nas terapias energéticas, no yoga.

Fui além também, na maternidade, na apresentação de programas de rádio e na internet, na poesia, na física quântica e psicanálise junguiana.

Me misturei á beça. Em tudo e tantas coisas. Fora àquelas que eu ainda não conheço e vou me enveredar.

Cheguei a conclusão que não me enquadro.

Nem em grupo social, tampouco alguma hashtag.

Talvez na dos curiosos/buscadores fãs de Star Wars e Renato Russo, rsrs.

Às vezes, me cobram um nicho, um direcionamento para organizar meu currículo ou portifólio.

Por vezes, eu também me cobrei e para quê?

Sou múltipla em facetas e experiências.

Curiosa, inquieta e confessional.

Talvez desses ingredientes nasça um bolo novo dos bons, né?

Vai que?

O que mais é possível que eu ainda não considerei?

Texto: Yve Oliveira

Foto: Gustavo Luy

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