Reflexões

Sobre o ser educador

Dos ingredientes que fazem um bom professor/ professora e que dependem exclusivamente de sua gerência, estão: a boa didática, um ótimo repertório cultural, interesse pelas pessoas, pelo o que elas têm de essencial, vontade de aprender, curiosidade, a organização, tranquilidade e paciência.

O professor contador de histórias é sempre um deleite. Aquele que traz um tema para reflexão também e que escuta interessadamente seu ponto de vista sem te julgar.

Acredito ainda, que o educador verdadeiro é aquele que tem a compreensão de que ele não ensina, mas que oferece ferramentas e espaço para que os outros exercitem o seu processo de aprendizagem.

Outra característica que admiro e venho buscando exercitar no cotidiano é a liberdade de poder errar.

De saber estar buscando o melhor, tendo a clareza de que nunca agradaremos nem atingiremos o outro 100% na medida da nossa expectativa.

Inclusive, expressando aos seus alunos que o erro é um componente humano também.

Somos pessoas que erramos, e, tendo essa consciência, podemos elaborar as nossas experiências para testar novas possibilidades sem culpas. Sem peso. Sem carregar para si o fardo do outro, honrando o seu lugar de fala e o seu tempo de vida.

O ato docente é um ato de relacionamento e comunicação profundos. Um ato que os títulos, mesmo que bonitos não substanciam sozinhos.

É preciso ser um educador aprendiz ‘por querer’.

Texto e foto: Yve Oliveira

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